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Renovação

27 de Dezembro de 2018 as 12h 08min

Desde janeiro de 2016, o município de Sinop acumula experiência exaustiva com o poder público municipal. De lá pra cá, decisões contraditórias, aumentos de impostos e omissão de obras importantes, como a nova rodoviária, colocaram os habitantes sob estresse, que nem mesmo o réveillon bem feito consegue aplausos da população.

O descrédito com os eleitores começou com a taxa de esgoto. Sem o evidente apoio da prefeita Rosana Martinelli (PR), os munícipes protestaram e ainda pagam 83% a mais na conta de água. 

Rosana ainda desafiou com a taxa de lixo, cobrando uma nova tarifa com a coleta. 

O pé esquerdo da gestão custou o atraso, de 9 meses, para o Restaurante Popular funcionar e a abertura das três creches, 1 ano e 9 meses depois do ex-prefeito inaugurar os prédios.

A previsão do novo terminal rodoviário estar pronto em dezembro de 2017 até poderia redimir  a prefeita, mas o contrato para a construção corre risco de ser cancelado.

Rosana ainda se dispõe ao contrato milionário com a locação de radares, no intuito de inibir acidentes de trânsitos, mas os 3 primeiros instalados para testes dão a entender o objetivo de arrecadação da prefeitura.

No último trimestre do ano, a gestora comprou um veículo de R$ 223 mil para o gabinete, R$ 1,7 milhões em brinquedos e usou R$ 910 mil para promover o natal e ano novo, contrariando duramente a carência da Unidade de Pronto Atendimento.

A gestão ainda tem 2 anos e pode continuar com as mesmas escolhas ou dar trégua aos habitantes, que estão prontos para dizer não à essas decisões antagônicas.

André Jablonski

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"A diferença entre as pessoas está na informação; valores iguais à todos"

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