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Luzes de Natal custaram R$ 245 mil

GC Notícias | 02/01/2018 19:15

Equipamentos elétricos utilizados na decoração natalina foram fornecidos por uma empresa de Goiânia

A decoração natalina de Sinop em 2017 foi um dos destaques do primeiro ano de mandato da prefeita Rosana Martinelli (PR). A parceria com as empresas que responderam ao chamado da gestão municipal levou cor e luz para boa parte das rotatórias da área central. Apesar da divisão dos custos com a iniciativa privada, parte das luzes de Natal exigiu recursos do orçamento municipal.

A prefeitura herdou uma quantidade grande de equipamentos utilizados no Natal de 2016 – quando uma empresa realizou um projeto de decoração para o município, através da lei de incentivo à Cultura, captando R$ 600 mil. Mesmo assim, foi preciso gastar mais com luzes, fios e ornamentos para chegar na decoração apresentada em 2017.

De acordo com o extrato do contrato 044/2017, publicado na última semana do ano, a prefeitura de Sinop gastou R$ 245,8 mil com a compra de equipamentos elétricos para a decoração natalina. O fornecedor é a empresa Elétrica Radiante Materiais Elétricos Ltda, com sede em Goiânia (GO). A contratação foi na modalidade “Convite”, em que a prefeitura convoca algumas empresas específicas para fornecer o material a ser adquirido.

O contrato detalha em que foi gasto esse dinheiro. Foram comprados pela prefeitura de Sinop 4,5 mil metros de mangueiras de LED, ao preço de R$ 26,7 mil – cerca de R$ 6,00 o metro. O município adquiriu ainda 500 bastões do tipo snowfall (que dá um efeito de neve caíndo), que custaram R$ 29,4 mil. As 287 cascatas de LED custaram R$ 42,5 mil.

Um dos maiores gastos foram com as estrelas de 6 lados, com 3,5 metros de altura. Foram 32 peças ao preço de R$ 79,6 mil. As 74 figuras de sino ficaram mais baratas: R$ 43,8 mil.

O restante da compra foi para prender e conectar esses artefatos luminosos. Para isso foram utilizadas 400 abraçadeiras plásticas (R$ 6,7 mil), 1,7 mil metros de cabo flexível (R$ 8,2 mil) e mais R$ 1,5 mil em cabo de aço galvanizado. O restante da conta são despesas menores, com cola quente, fita isolante e arame.

O contrato com essa informações ainda não foi publicado no Portal da Transparência.

Fonte: Jamerson Miléski