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Museu de Sinop expõe a história da cidade

GC Notícias | 04/09/2018 09:17

Com 14 anos de fundação, Museu Histórico de Sinop mostra toda a história do município

Não tem como negar que Museu é muito importante. É um local onde se preserva memórias de uma cidade, país, ou até de uma pessoa. É um lugar de histórias antigas, que faz viajar no tempo. Em Sinop existe o Museu Histórico da cidade.

Foi criado em 2004, ele é mantido pela Prefeitura Municipal de Sinop. Cadastrado no Instituto Brasileiro de Museus, o lugar possui um acervo composto por várias coleções, com muitas fotos, documentos, vestuários, utensílios domésticos, ferramentas, mapas e objetos variados.

O Museu expõe a história de Sinop, e na coleção contém documentos escritos, como biografias de prefeitos, leis, decretos, cartões de natal das famílias pioneiras, inclui também dinheiro que estava em circulação na época de fundação da cidade. Há ainda panfletos, convites e recortes de jornais e revistas com reportagens, sobre população e acontecimentos importantes como eventos e visitas de autoridades políticas.

Segundo o professor Luiz Erardi, o objeto mais antigo do Museu é o Teodolito. A peça foi utilizado nos anos de 1971-1972, na demarcação da Gleba Celeste, e na demarcação da área urbana de Sinop. Esse equipamento foi doado por um Diretor Administrativo da Colonizadora, que comandou os primeiros grupos de trabalho, que vieram fazer reconhecimento da região.

Durante as comemorações do aniversário de Sinop, o Museu Histórico vai mostrar um pouco, da história do município no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Uma das peças preparadas por Erardi é uma foto antiga da cidade de Sinop, que mostra as ruas e avenidas nos primórdios do município. O professor vai nominar cada uma das vias. Isso permitirá aos visitantes compreender como já foram as ruas da cidade e comparar com a atualidade.

Durante o Celebra Sinop, entre os dias 8 a 14 de setembro, boa parte do acervo estará no evento. Nos dias normais, o museu atende das 7h às 11h, e das 13h às 17h, na Avenida das Embaúbas.

Fonte: Geovanna Klaus