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Acabando com tudo isso daí

| 07 de Março de 2019 as 17h 00min

Já vimos na imprensa nacional que em 2 meses, o governo do Jair Bolsonaro (PSL), gastou R$ 1,1 milhão com cartão corporativo – isso é 16% a mais que a média dos últimos 4 anos para o período, já considerando a inflação. O “time” que defendia “acabar com tudo isso daí”, segue os mesmos passos.

Em Mato Grosso o exemplo se repete. Dos 3 senadores eleitos pelo Estado, a ex-juíza Selma Arruda (PSL) foi quem mais gastou com cota parlamentar para exercício da atividade – a antiga verba de gabinete. Foram R$ 8 mil até agora, a maior parte aluguel de imóveis R$ 3,9 mil e passagens (R$ 1,7 mil). Ela também gastou R$ 1,1 mil, com locomoção, R$ 1 mil com material de consumo e R$ 100 com serviços de apoio.

Jayme Campos (DEM) e Wellington Fagundes (PR) ainda não gastaram recursos da cota parlamentar em 2019 – embora os recibos ainda possam ser apresentados para restituição nos meses seguintes.

Por enquanto nenhum dos três parlamentares usou auxílio-moradia. Nos gastos com pessoal, Fagundes, que vai para segunda metade do seu mandato, possui a maior equipe de gabinete, com 39 funcionários entre comissionados, um efetivo e funcionários em escritórios de apoio. Selma tem 21 pessoas em sua equipe sendo 2 efetivos. Jayme trabalha com 23 comissionados e 3 efetivos.

A nova turma parece estar tendo dificuldades para acabar com tudo isso daí.

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