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DO VLT A SUCESSÃO EM SINOP

GC Notícias | 04/03/2015 10:00

Os números apontados pelo secretário de Estado do Gabinete de Projetos Estratégicos, Gustavo de...

 

SEM CONSISTÊNCIA
Os números apontados pelo secretário de Estado do Gabinete de Projetos Estratégicos, Gustavo de Oliveira, de que seriam necessário mais R$ 800 milhões para a conclusão dos 22 km do Veículo Leve sobre Trilhos – VLT em dois ramais em Cuiabá e Várzea Grande, não teriam consistência.
SEM CONSISTÊNCIA II
Para o Consórcio VLT Cuiabá formado pelas empreiteiras CR Almeida, Santa Bárbara, CAF, Magna e Astep, por enquanto, o valor necessário seria da correção legal do contrato que não chegaria nem próximo dos R$ 800 milhões apontados pelo Governo do Estado.
SEM CONSISTÊNCIA III
Aliás o Consórcio VLT Cuiabá não se manifestou oficialmente até o momento, na disputa política entre o atual governador Pedro Taques (PDT) e o ex-governador Silval Barbosa. Pelo visto, quem vai pagar a conta é o cidadão por vaidade política.
SEM CONSISTÊNCIA IV
Em tempo, a obra do VLT está orçada em R$ 1,477 bilhão e foi licitada pelo Regime Diferenciado de Contratação – RDC que não prevê aditivos de preço a não ser por fato superveniente ou de forma maior, ou seja, que não aconteça por erro da empreteira ou do governo. Do total de R$ 1,477 bilhão, foram contratados junto a Caixa Econômica Federal – CEF, até o momento, R$ 1,156 bilhão. Restam outros R$ 200 milhões aguardando aprovação dos deputados estaduais desde outubro do ano passado.
SEM CONSISTÊNCIA V
Estes R$ 200 milhões deveriam ter sido de isenção de impostos federais anunciados pela presidente Dilma para as obras da Copa do Mundo mas que não se tornaram realidade. Outros R$ 56 milhões em isenção de impostos e taxas estaduais e dos Municípios de Cuiabá e Várzea Grande foram concedidos.

SEM CONSISTÊNCIA
Os números apontados pelo secretário de Estado do Gabinete de Projetos Estratégicos, Gustavo de Oliveira, de que seriam necessário mais R$ 800 milhões para a conclusão dos 22 km do Veículo Leve sobre Trilhos – VLT em dois ramais em Cuiabá e Várzea Grande, não teriam consistência.
SEM CONSISTÊNCIA II
Para o Consórcio VLT Cuiabá formado pelas empreiteiras CR Almeida, Santa Bárbara, CAF, Magna e Astep, por enquanto, o valor necessário seria da correção legal do contrato que não chegaria nem próximo dos R$ 800 milhões apontados pelo Governo do Estado.
SEM CONSISTÊNCIA III
Aliás o Consórcio VLT Cuiabá não se manifestou oficialmente até o momento, na disputa política entre o atual governador Pedro Taques (PDT) e o ex-governador Silval Barbosa. Pelo visto, quem vai pagar a conta é o cidadão por vaidade política.
SEM CONSISTÊNCIA IV
Em tempo, a obra do VLT está orçada em R$ 1,477 bilhão e foi licitada pelo Regime Diferenciado de Contratação – RDC que não prevê aditivos de preço a não ser por fato superveniente ou de forma maior, ou seja, que não aconteça por erro da empreteira ou do governo. Do total de R$ 1,477 bilhão, foram contratados junto a Caixa Econômica Federal – CEF, até o momento, R$ 1,156 bilhão. Restam outros R$ 200 milhões aguardando aprovação dos deputados estaduais desde outubro do ano passado.
SEM CONSISTÊNCIA V
Estes R$ 200 milhões deveriam ter sido de isenção de impostos federais anunciados pela presidente Dilma para as obras da Copa do Mundo mas que não se tornaram realidade. Outros R$ 56 milhões em isenção de impostos e taxas estaduais e dos Municípios de Cuiabá e Várzea Grande foram concedidos.