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Preparando o terreno

GC Notícias | 13/02/2017 17:58

Existe um grupo grande de pessoas que reprova a saúde de Sinop. Mas existe um grupo pequeno de pessoas que reprova o secretário de Saúde de Sinop. Manoelito Rodrigues é odiado por um seleto grupo de pessoas. Enxuto como o número de hospitais da cidade.

Falando nisso, na última semana a prefeita de Sinop foi procurada por alguns membros da Fundação de Saúde Comunitária, entidade que toca não só o Hospital Filantrópico Santo Antônio mas também o Hospital Regional de Sinop, concentrando em si 100% do atendimento hospitalar da rede pública. A Fundação pediu uma reunião com a prefeita. Isso já aconteceu no passado, quando diretores pediram a ajuda do prefeito de Sinop, Juarez Costa (PMDB), para intermediar junto ao Estado o repasse de recursos de custeio, que estavam atrasados.

O assunto em tela é o mesmo. O governo mudou, saiu o execrado Silval Barbosa (PMDB) e entrou o exaltado Pedro Taques (PSDB), que jurou o fim das OSS (Organizações Sociais de Saúde) nos Hospitais Regionais, mas que nos primeiros meses de governo participou de inaugurações dentro do Hospital Santo Antônio. Taques ouviu suas “bases” políticas e decidiu manter a Fundação na gestão do Hospital Regional. Esse contrato expira em 31 de julho desse ano. Faltam menos de 6 meses e, caso queira ter um governo com planejamento, Taques já precisa se programar sobre o que fará com o Regional de Sinop. Manter ou desligar o Santo?

Taques terá que decidir. Suas “bases” já são a favor de manter. Precisa convencer quem é contra. E quem poderia ser mais contra que Manoelito Rodrigues, interventor que afastou a gestão da Fundação, abriu o Hospital e agora conduz a secretaria de saúde de Sinop?

Isolar Manoelito e cativar Rosana é uma estratégica inteligente para qualquer organização que pretenda manter o monopólio da saúde pública hospitalar de Sinop.