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Escritórios e casas são alvos de 3ª fase de operação que apura fraude ambiental em MT

GC Notícias | 03/12/2018 09:23

O nome da operação, Polygonum, faz referências a medidas geométricas de áreas.

A 3ª fase da operação Polygonum, que investiga fraudes ambientais, foi deflagrada na manhã desta segunda-feira (3) pela Polícia Civil em Cuiabá, Várzea Grande, Sinop e outras três cidades mato-grossenses.

Segundo a assessoria da Polícia Civil, devem ser cumpridas 28 ordens judiciais, sendo 10 mandados de prisão, 15 de busca e apreensão e 3 sequestro de veículos.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso para o cumprimento em 6 escritórios de engenharia florestal e de administração de fazendas e 9 residências, nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Barão de Melgaço, Nossa Senhora do Livramento, Sinop e Colíder.

A ação é conduzida pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e corre em segredo de Justiça.

A operação apura um esquema detectado no sistema de regularização e monitoramento de propriedades rurais e instrumentalizados no Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Devem ser cumpridos também três ordens de sequestro de bens, que teriam sido objeto de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

O nome da operação, Polygonum, faz referências a medidas geométricas de áreas, referenciadas em dados de propriedades, terrenos e cálculos de desmatamento.

 

CAR

O Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um instrumento fundamental para auxiliar no processo de regularização ambiental de propriedades e posses rurais.

Consiste no levantamento de informações georreferenciadas do imóvel, com delimitação das Áreas de Proteção Permanente (APP), Reserva Legal (RL), remanescentes de vegetação nativa, área rural consolidada, áreas de interesse social e de utilidade pública, com o objetivo de traçar um mapa digital a partir do qual são calculados os valores das áreas para diagnóstico ambiental.

Fonte: Assessoria