Olá! Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.

Bom dia, Quinta Feira 03 de Abril de 2025

Menu

Caso em Goiás

Tio morre após sobrinha de 16 anos derramar óleo quente no ouvido dele enquanto dormia, diz polícia

Vítima, de 43 anos, ficou uma semana internada devido às queimaduras, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Jovem, de 16, foi internada e teve o celular apreendido

Polícia | 01 de Abril de 2025 as 19h 43min
Fonte: Redação G1

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Uma adolescente, de 16 anos, é suspeita de matar o tio, de 43, ao derramar óleo quente no ouvido dele enquanto ele dormia, em Uruaçu, no norte de Goiás, de acordo com a Polícia Civil (PC).

Conforme as investigações, os dois tinham desentendimentos, pois o tio não concordava com as pessoas com quem a jovem andava. Ela foi apreendida e internada por ato infracional análogo ao crime de homicídio triplamente qualificado.

O crime aconteceu no dia 19 de março deste ano. Segundo a polícia, a adolescente aqueceu um litro de óleo e, após, alcançar fervura, derramou o líquido no ouvido do tio. A jovem morava na casa com ele, a mãe e a avó, conforme a PC.

A vítima recebeu os primeiros atendimentos no Hospital Estadual Centro Norte Goiano (HCN), mas devido à gravidade do seu quadro de saúde, foi transferido para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), Goiânia, onde não resistiu aos ferimentos causados pelas queimaduras e morreu nesta sexta-feira (28).

O delegado responsável pelo caso, Domênico Christus Doehler Rocha, disse que o crime teria sido motivado por desentendimentos que adolescente tinha com o tio.

“Ele não concordava com companhias de pessoas, a seu juízo, de má índole”, explicou

A adolescente foi apreendida e internada no último sábado (29). Além disso, foram apreendidos o telefone dela e de um terceiro, que pode ter envolvimento com o crime.

Ela poderá responder por três anos pelo ato infracional análogo ao crime de homicídio triplamente qualificado, pela futilidade, pelos meios insidioso e cruel, bem como por recurso que impossibilitou a defesa da vítima, segundo a polícia.